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sábado, 13 de outubro de 2012

À vous, moules à gaufres de mon pays

Re - publicação, dado o momento actual.





Va caguer à Endoume parece-me apropriado.


NOTA: não apaguei os comentários antigos, à primeira publicação

segunda-feira, 11 de julho de 2011

O Tintin revisitado por Spielberg

Hurra! Coisa bem feita!

Já todos sabíamos que Spielberg não é grande coisa quando se toma a sério, nem quando mete dinossauros :(

Mas este Tintin promete! Que animação bonita, usando modelos reais digitalizados. Que perfeição de cenários. As crianças-que-há-em-nós, 50-ões/60-ões, vão ficar deliciadas.





quinta-feira, 6 de maio de 2010

O Reizinho

Os meus heróis da BD - III

Um cartoon que saía no Primeiro de Janeiro dos domingos, nos anos 60, da autoria de Otto Soglow (1900 - 1975).

Este monarca gorducho e pouco convencional estava mal na sua pele: ingénuo, simples e algo poeta, desejava a vida normal dos seus súbditos. Cometia gaffes, brincava como uma criança. O seu reino também não era deste mundo...

Próxima do cinema mudo, a banda desenhada de Soglow nunca deu a palavra ao Rei, silencioso e imperturbável. Na corte de ministros, lacaios, guardas e rainha, o único que destoava era ele próprio, excêntrico e metido em situações embaraçosas.

"The Little King" foi publicado regularmente como tira em jornais americanos e europeus.

Clicar para ver tamanho maior

terça-feira, 4 de maio de 2010

20 000

O Livro de Areia passou o cabo das 20000 visitas. Para festejar, e como tenho andado a revisitar comics, cá vai uma deliciosa curta metragem do Simon's Cat. Bom proveito !

Lampadinha, Gyro's helper

Os meus heróis da BD - II

Nunca fui assíduo dos Pato Donald , Mickey e semelhantes. Personagens banais, histórias banais. Há contudo alguns rasgos de invenção , raros mas que só por si valiam a leitura; Madame Min, o fantástico Mancha Negra, o atabalhoado primo jornalista Peninha, e o divertido detalhe do Lampadinha, ajudante do prof. Pardal (em inglês, Gyro Gearloose, "caixa desconjuntada"...). O Gyro's helper era um robozinho que pontuava discretamente mas com brilhante humor e design as intervenções chatas do dono, uma criaturazinha adorável com cabeça de bolbo elétrico.

O seu uso foi tão casual que nem chegou a ter nome - era apenas o Gyro's Helper. Nasceu em 1956 da mão do criador Carl Barks, sem qualquer explicação. Mais tarde, Barks afirmou que ele se destinava a disfarçar o vazio dos quadradinhos e das histórias..." Sentava-se para ali sozinho, a falar consigo próprio, ou em pequenos gags a um canto do quadradinho, preenchendo um vazio emocional..."

Depois o Lampadinha evoluiu, intervindo cada vez mais com o seus gags, metendo-se com animaizitos, e tornou-se um malicioso salva-desastres do mestre. Talvez tenha sido um precursor das célebres carochas de Gotlib...

domingo, 2 de maio de 2010

Ran-tan-plan

Os meus heróis da BD

Até a sombra é mais esperta!

Nunca me interessei muito pelos super-heróis da BD, salvadores do mundo de vários tipos, modelos de moral e inteligência, mas ria a bom rir com os anti-heróis. O Ran-tan-plan era um dos meus favoritos: um cão particularmente destituído de inteligência mas que surpreendia em momentos cruciais. O desenho que Morris lhe deu é de um cómico irresistível. E confesso que ainda hoje muitas vezes me revejo nele nos meus momentos menos bem sucedidos...

Os cães são dos mais frequentes personagens de BD: a Lassie, o Rin-Tin-Tin, o Milou, o Idéfix, Cubitus. Mas nenhum deles tem a personalidade marcada e a comicidade do Ran-tan-plan. Trapalhão, dado a todo o tipo de acidentes e apaixonado por Joe Dalton (que lhe tem um ódio visceral), é o contraponto para o super-dotado cavalo Jolly Jumper. Mas quem se lembra do Jolly Jumper?

sábado, 19 de setembro de 2009

Os infelizes

clicar

segunda-feira, 13 de julho de 2009

"Le Chant du Pluvier" - BD para o verão

Na Gronelândia, pai e filho tentam recuperar de acontecimentos familiares trágicos e misteriosos. Uma história de sofrimento e palavras não ditas, no silêncio dos espaços e sons glaciares.

A sabedoria inuit, os desertos de gelo, as noites brancas, criam o pano de fundo para uma bela história de reconciliação.


"Le moteur tourne bien rond, il est juste ponctué par les chocs des blocs de glace sur la coque... "


“O motor ronrona , punctuado apenas pelo choque dos pedaços de gelo contra o casco...”

Gostei do livrinho: embora o desenho da figura humana seja muito tosco , consegue criar ambientes e situações com algum grau de intensidade dramática. Simpático.

Le Chant du Pluvier, de Laprun (autora), Behe (texto) e Surcouf (desenho)
Ed. DELCOURT (Dez 25 2009)
ISBN: 978-2756010830

segunda-feira, 8 de junho de 2009

my comment on european elections


quarta-feira, 3 de junho de 2009

A matemática da crise



domingo, 10 de maio de 2009

Príncipe Valente ( Prince Valiant)

Fazem falta histórias assim. Banda desenhada de Harold Foster, O Príncipe Valente educou gerações nos valores que hoje se diz “em crise” – coragem, honradez, cavalheirismo, defesa do mais fraco...

Situadas na Inglaterra ficcional de Camelot, desde o séc V mas com vários anacronismos propositados, as aventuras do Príncipe Valente contam histórias de bravura, justiça, camaradagem e conflito em várias regiões , desde toda a Inglaterra e ilhas adjacentes (Orkneys, Shetlands, Hébridas) até terras mais longínquas – a mítica Thule situada na costa norueguesa, a Islândia e mesmo até ao Novo Mundo (América do Norte) ! Contactos com outros povos – Hunos,Vikings, Muçulmanos ....

Todo o programa da série em BD é o da aventura heróica clássica em que os “bons” e “bonitos” ganham e os “maus” e “feios” são vencidos. Só que também há maus entre os bons e bons entre os maus, e os valores mais nobres é que são os verdadeiros vencedores. Sempre presentes estão ideais e mitologias como o Graal, Thule, a Távola Redonda...

Publicado entre nós n´ O Primeiro de Janeiro de domingo e no Mundo de Aventuras, é mais uma das memórias que de vez em quando sabe bem revisitar.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

O REIZINHO



Um cartoon que saía no Primeiro de Janeiro dos domingos, nos anos 60, da autoria de Otto Soglow (23/12/1900 - 1975, USA).

"The Little King" foi a personagem que o tornou mais conhecido, tendo sido publicado regularmente como tira em jornais americanos e europeus.