segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Retour de Tours


Com os olhos contentes mais uma vez de tanto canteiro e jarrão florido, e do(a) belo(a) Loire ao entardecer, não me parece bem fazer aqui a habitual prolongada reportagem - já toda a gente conhece o vale e os castelos, e só lá fui estrear-me porque era uma passeata de outono económica.

Começando pela Ryan-never-again, as cenas de aeroporto e pesagem das malas davam um conto de terror à Allan Poe. Aquilo tem os clientes que merece, também, a levar queijos e queijos da família e a pôr os pés descalços ao alto em cima de tudo. O aeroporto minimal não chega para a multidão em fila na Gate-1 (and only) do "vol du jour", que era o do Porto...

Tours não é uma cidade monumental nem a parte antiga é jóia imperdível. Dá para três dias no máximo, de resto é sempre a sair. Há bons crepes, sim.

Uma das coisas a que não resisti são os arranjos florais dentro dos castelos. E como isso dá sempre posts muito bonitos, cá vão alguns dos melhores, sempre com flores frescas, claro. Um dia mudo o título do blog para "Livro de Areia e flores"...

Dedicado em especial a apreciadores, como a Virgínia, a Gi e o Paulo:










Fotos tiradas nos castelos de Amboise, Clos-Lucé, Chenonceau e Villandry.

4 comentários :

Gi disse...

Que lindos, Mário, obrigada. Quem me dera saber fazer arranjos assim.

Virginia disse...

Ora essa?!

E eu que tanto amo as flores??

Amuei!

Mário disse...

Virgínia, está corrigido, embora seja mais recente no clube fui muito injusto, pardonnez-moi s.v.p.

Paulo disse...

Obrigado, Mário. Um esplendor!

(Também vamos ter a Ryan-never-again em Lisboa. Nunca a usei e, a julgar pela experiência que descreve, não fico com vontade)