segunda-feira, 23 de abril de 2012

St. George, England and Master Shakespeare

Hoje é o dia da nação inglesa, do seu patrono S. Jorge e de William Shakespeare, falecido a 23 de Abril de 1616.

Aqui vai um divertido Midsummer night's dream, em filme de animação da BBC, com boa parte do texto original e uma narração exemplar. O William devia fartar-se de rir. Viva St. George, viva Albion.

"The course of true love never did run smooth"






3 comentários :

Virginia disse...

Entrada fantástica sobre a cultura britânica, Mário. Será que é professor de Inglês? I wonder...

Não sabia que hoje era o dia de St George, que vergonha....embora saiba que St. George é o padroeiro da Inglaterra. Sempre dei mais importância a St Patrick e ao dia da Irlanda!!!:)

Aproveito para lhe dizer que a quadra de Blake é sublime. Dele recordo The Chimney Sweeper, que costumava dar aos meus alunos a propósito da Revolução Industrial e que a minha filha me gravou recitada por ela...

Abrº

Mário disse...

Por acaso, Virgínia, professor de Matemática, mas não costumo deixar transparecer nada aqui... gosto mesmo é de Música, História e Artes, que tentei fazer passar tanto quanto pude nas minhas aulas.

Agora quanto à questão everything british, já vem de longe a minha queda para essa zona. Londres sempre foi a minha capital favorita - vou lá voltar em breve :) - a música pop/rock foi onde me iniciei, tive a sorte de ter um professor de inglês como há poucos - o Dr. Armando de Morais, talvez tenha ouvido falar. É quase a minha 2ª língua mãe.

Comecei por conhecer William Blake pela mão de Jorge Luís Borges, o meu autor preferido (daí o título do blog). Depois por um livro magnífico de Tracy Chevalier, onde ele é uma das personagens. E esta quadra fez-se quase o meu ideal de vida.

S. Jorge é um santo simpático, com a sua mitologia do combate ao dragão. Em Portugal é pouco "cultivado", dele só conheço o Castelo...

abraço

Virginia disse...

Só vi o Dr. Armand de Morais duas vezes. Uma no meu Exame de Estado em Lisboa, no Liceu Pedro Nunes , onde fiz a oral - ele fazia parte do juri com outras sumidades - e outra vez na Biblioteca do British Council que frequentava regularmente. Sempre me impressionou bem e creio que era um daqueles professores que nunca mais se esquecem, como o Rómulo de Carvalho que foi meu "colega" em Lisboa. Formei-me lá, sou de lá, mas cada vez aprecio mais as pessoas do Porto, que a princípio, estranhava, pela sua sinceridade à flor da pele e uma certa relutância em aceitar os lisboetas- preconceitos de parte a parte.
A verdade é que há 32 anos que me fixei cá, casei com um homem do norte, os meus filhos são mais nortenhos do que lisboetas , ainda que internacionais acima de tudo.
Tenho saudades de estudar literatura a sério, sempre foi "my cup of tea" e em Londres, sinto-me em casa. Fui lá em Setembro passado e tenho bilhetes de avião para voltar em Julho, mas agora já não depende de mim conseguir fazê-lo.
Leeds é uma Londres peuqenina como costumo dizer e nada me fará nunca detestar a cidade. Adoro ir lá, mas não nestas circunstâncias.

O seu blogue é o meu favorito, desde que o descobri, a par do da minha amiga Regina sobre Ciência e Poesia. Leia-o que tb vale a pena.
Quem me dera ter tido um prof de Mat assim! :))

Abrº

Quem combate o dragão é meu inimigo, mas enfim, abro uma excepção a Sir/Saint George!!