segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Pronto, isto encerra a discussão;
ah, Brahms para voltar ao que interessa !


Ganhar e perder numa eleição é bem mais complexo do que num jogo. As duas palavras passam a ser polissémicas, há duplos sentidos e ambiguidades...


Olhando para este quadro, parece disparate dizer que a coligação 'venceu'. Até se podia arriscar que todos ganharam... menos a coligação, que perdeu ! Ganhar em absoluto (ter mais votos que cada um dos outros) não é o mesmo que ganhar em relação às eleições anteriores. A coligação ganhou, perdendo votos; e a CDU perdeu, perdendo votos ... mas ganhando um deputado ! Quanto mais se analisa, mais a coisa se enreda.

Finalmente, começa a ter piada, isto de ir a votos.


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Para voltar a página, regressando ao que não é efémero:


A sonata conhecida por 'F-A-E', para violino e piano, é uma rara obra colectiva de três compositores - Brahms, Schumann e o seu aluno Albert Dietrich.

Composta em 1853 como prenda a oferecer ao violinista Joseph Joachim, amigo comum,  que tinha adoptado o motto pessoal "Frei aber Einsam" ("livre mas solitário"). Schumann teve a ideia então de estruturar a obra com base nas notas F-A-E (Fa-La-Mi).

Do jovem Brahms, este é o genial Scherzo em Dó menor da sonata F-A-E
Toca o Foyle - Štšura Duo
.




1 comentários :

Virginia disse...


Ai, se pudéssemos esquecer todos estes números e viver a vida sem nos preocuparmos com o futuro, seria bem bom...

Mas o ordeal acabou, não foi mau na minha opinião e pode ser que por uma vez haja alguma paz.....

Boa semana!